Domingo, 31 de Maio de 2009

Antes de Jogar no chao pense um pouco...

 

 
Resíduo
  Tempo
Jornais de 2 a 6 semanas
Embalagens de papel de 1 a 4 meses
Guardanapos de papel 3 meses
Pontas de cigarro 2 anos
Palito de fósforo 2 anos
Chiclete 5 anos
Cascas de frutas 3 meses
Nylon de 30 a 40 anos
Copinhos de plástico de 200 a 450 anos
Latas de alumínio de 100 a 500 anos
Tampinhas de garrafa de 100 a 500 anos
Pilhas e baterias de 100 a 500 anos
Garrafas de plástico mais de 500 anos
Pano de 6 a 12 meses
Vidro indeterminado
Madeira pintada 13 anos
Fralda descartável 600 anos
Pneus indeterminado

Fonte: Grippi 2001, Lixo 2003.

 


publicado por professorwanderby às 18:25
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Sete Vidas - Simplesmente perfeito!!!

SO CLICAR NO LINK...

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  QUALIDADE DVD

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publicado por professorwanderby às 16:10
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X-Men: Wolverine Origins

 É so clicar no link

 

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publicado por professorwanderby às 15:41
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Agora, tambem com filmes, rsrsrs... É só clicar no link

http://www.megaupload.com/pt/?d=X7S49K3Y

 

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publicado por professorwanderby às 15:29
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O assunto agora é Cerveja, rsrsrsrs

 SE BEBER, NAO PESQUISE


A ciência é um caso curioso. Ela eleva e destrói qualquer coisa. Para a infelicidade de nós cientistas, teve um entre nós que parou para pesquisar se o consumo de cerveja tem relação com o sucesso de um pesquisador. Veja o resultado abaixo:

De acordo com a pesquisa, publicada em Oikos, um jornal científico respeitável, é proporcional a relação entre cientistas beberrões e grandes descobertas. Quanto mais cerveja um estudioso bebe, menor é a probabilidade de ele publicar uma tese ou tê-la citada por outro pesquisador (...)”.
LEIA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI.
FONTE
: Blog Ciência Maluca – Revista Superinteressante.

Eu já imagino você, meu amigo, minha amiga (garotas também enxugam), levando as mãos à cabeça e dizendo: “Eu nunca serei um(a) pesquisador(a) de renome”! Ou, por outro lado: “Eu sou obrigado(a) a parar de beber”. Talvez, diga assim: “Ainda bem que eu nunca bebi... muito”. Porém, para este último caso, eu antecipo, já que você não quis ler a notícia acima na íntegra; ela ainda diz: “Mesmo aqueles que bebem duas ou três canecas por ano saem prejudicados na história”.

Se você quer saber quem foi o (in)feliz que pesquisou isto e onde ele pesquisou, leia a notícia no Blog da Superinteressante. Não é que o danado também é beberrão! Que paradoxo... ele conseguiu publicar...!

Sobre o assunto deste post, eu encontrei o seguinte vídeo no Youtube, feito no Rio de Janeiro, onde ocorreu um evento intitulado “Chopp Científico”. Vale à pena ver todos os 10 minutos e conferir, principalmente durante as entrevistas inicial e final com o público, o que os cientistas cariocas (por que não os tupiniquins, em geral?) pensam de um choppinho.




 

A Lei Alemã de Pureza da cerveja rege que a referida bebida tenha como ingredientes somente malte (derivado da cevada), lúpulo, levedura e água. Nada mais, nada menos. Essas cervejas vendidas no atacado possuem aditivos e processos químicos extras, ou seja, não é pura cerveja; é modificada. Para uma boa cerveja, é preciso um amplo conhecimento em Química (Tecnologia) de Alimentos. Basicamente, quem dá o sabor à bebida é o malte, de acordo com seu processo de beneficiamento, exigindo estufa ou torração. O álcool existente no líquido surge do procedimento de fermentação, em que os açúcares (carboidratos) do malte em forma de mosto são processados metabolicamente em gás carbônico e etanol.
FONTE: Bierland. (
Clique aqui para conhecer as 9 etapas de fabricação de uma cerveja artesanal).

 

 

CERVEJA BOM PARA CACHORRO
(Melhor amigo do homem até no bar)

 

 

 

 

 

 

Mantendo o assunto cerveja, ao melhor estilo “

 

Organizações Tabajara”, aí vai:

Você tem o hábito de beber até cair e não lembra o caminho de casa depois? Você mora sozinho, só com seu cachorro, e tem dó de deixá-lo sozinho em casa todas as noites quando vai para o “happy hour”? Você sempre achou que todos os seus melhores amigos (incluindo o seu cão, óbvio) deveriam festejar juntos? Seus problemas acabaram...

O melhor amigo do homem agora também pode ser seu companheiro de bar. A cerveja para cachorros, desenvolvida na Holanda, já está sendo vendida por pet shops da Califórnia”.
LEIA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI.
FONTE: Blog Ciência Maluca – Revista Superinteressante.

 




 

Parece que a tal bebida tem gosto de bife. O próprio sítio que promove a cerveja para cães (não sei se cadelas entram nessa história) diz: “Your dog will love our Happy Tail Ale, cold from the fridge and in a flavor he loves”! Acesse-o clicando NESTE LINK. Tem um vídeo lá, também.

 

 


publicado por professorwanderby às 14:20
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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Uma nova proposta para tabela períodica... Chemical Galaxy


Essa é uma nova proposta para tabela periodica... e voce, o que achou dela???

Em breve comento mais sobre a mesma.


publicado por professorwanderby às 03:06
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Domingo, 24 de Maio de 2009

Video que encerra uma aula minha sobre drogas...

 

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publicado por professorwanderby às 17:25
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Dica sobre a água

 


publicado por professorwanderby às 14:48
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Domingo, 17 de Maio de 2009

Petroleo

Acredita-se que o petróleo tenha sido formado a milhões de anos, nos oceanos primitivos, pela decomposição de restos de animais e vegetais marinhos. Com o passar dos séculos, estes restos foram decompostos, sem a presença do oxigênio e soterrados por areia e lodo. Da sua decomposição restaram moléculas formada principalmente por carbono e hidrogênio (hidrocarbonetos).

A origem marinha é justificada pois encontramos calcáreo e água salgada junto com o petróleo. O calcáreo é formado pelos restos de ossos e carapaças dos animais antigos. Também é encontrado gás, resultante da decomposição do petróleo. Ainda hoje este processo está acontecendo em nossos oceanos mas leva milhões de anos para surgir o novo petróleo, então podemos dizer que ele é um recurso não renovável.

O petróleo é uma substância oleosa, de cor escura, viscosa, constituído por uma mistura de diversos compostos químicos diferentes. O principal uso do petróleo é como fonte de energia, pois dele são extraídos os combustíveis como o gás de cozinha, a gasolina, o óleo diesel e o querosene, além de seu uso direto na produção de vapor para a indústria e usinas termoeléctricas. Do petróleo também são obtidos óleos e graxas lubrificantes, vários tipos de solventes, parafina, asfalto e matéria prima para a indústria petroquímica. Esta indústria utiliza principalmente os hidrocarbonetos insaturados na produção de resinas plásticas, borracha artificial, corantes, detergentes, medicamentos, inseticidas, explosivos, tintas e solventes.

O refino do petróleo é um processo é chamado "destilação fracionada". Ela é feita em uma grande torre metálica, onde o petróleo é vaporizado em uma fornalha e entra por baixo de uma coluna. A mistura de hidrocarbonetos gasosos esfriam a medida que sobem pela coluna. Conforme a temperatura abaixa, aqueles que possuem o maior ponto de ebulição tornam-se líquido (condensam) antes, separando-se dos demais, sendo retirados da coluna.

CURIOSIDADE

 

 

Nos derivados do petróleo existe mais óleo diesel do que os octanos da gasolina, porém o consumo de gasolina é maior que o consumo de óleos. O craqueamento catalítico é um processo que permite "quebrar" moléculas de óleo (com 14 a 18 átomos de carbono na cadeia) em cadeias menores, com ajuda de um catalisador, de modo que possam existir duas ou mais moléculas de gasolina.

 

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publicado por professorwanderby às 12:48
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A quimica do Bafometro...

O bafômetro é um aparelho que permite determinar a concentração de bebida alcóolica em uma pessoa, analisando o ar exalado dos pulmões. A concentração de álcool no hálito das pessoas está relacionada com a quantidade de álcool presente no seu sangue dado o processo de troca que ocorre nos pulmões, isso se deve ao fato do etanol ser totalmente solúvel em água.

O motorista deve assoprar com força no canudinho, que conduzirá o ar de seus pulmões para um analisador contendo uma solução ácida de dicromato de potássio. O álcool presente no "bafo", é convertido em ácido acético conforme mostra a reação abaixo:

 

 

 

3 CH3CH2OH + 2 K2Cr2O7 + 8 H2SO4  ® 3 CH3COOH + 2 Cr2(SO4)3 + 2 K2SO4 + 11 H2O


Nesta reação o etanol é convertido a ácido acético e o cromo, na forma de íon cromato (amarelo alaranjado) é transformado em Cr+3 (coloração verde).

Quanto maior a concentração de álcool mais intensa é a coloração esverdeada obtida. O limite máximo permitido no Brasil é 0,6 g de álcool por litro de sangue.

 

 % de álcool no sangue

Efeito no ser humano

0,05

sensação de euforia

0,1

perda da coordenação motora

0,2

desequilíbrio emocional

0,3

inconsciência

0,4 à 0,5

estado de coma

0,6 à 0,7

morte

 

 

Respeite a sua vida e a dos outros. Não dirija alcoolizado, você pode matar. 

 

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publicado por professorwanderby às 12:24
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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

Super EXatas... desta vez, a pedidos, com biologia!!!

 

 


publicado por professorwanderby às 02:06
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20 DÚVIDAS SOBRE O ENEM 2009


A avaliação, que é realizada desde 1998, ganha peso na vida dos estudantes do ensino médio e dos concluintes que buscam vaga no ensino superior federal. Para facilitar a vida de todos, ai estão algumas perguntas e respostas sobre a avaliação. Confira:


Por que o Enem mudou?
Segundo o MEC, o vestibular seleciona os melhores estudantes e cumpre sua função. Mas com a unificação dos vestibulares pelo novo Enem, o candidato terá mais chances de ingressar em uma universidade, pois poderá se candidatar a diversas instituições simultaneamente, com diminuição de custos - como o de taxa de inscrição e de viagens para realizar os exames. Além disso, o ministério pretende dar orientações mais claras para mudanças no ensino médio, a partir do novo Enem.

Não era possível unificar os vestibulares com o Enem da forma antiga?
Segundo o MEC, o novo formato de prova tem mais capacidade de diferenciar as habilidades dos candidatos e de selecionar os ingressantes em uma faculdade. A prova tem questões com níveis de complexidade diferentes e poderá ser comparada ano a ano, já que seguirá um padrão.

O novo Enem terá quantas questões?
Serão 200 questões objetivas com cinco alternativas. Até o ano passado, eram aplicados 63 testes de múltipla escolha.

Haverá redação?
Sim. A redação está mantida no novo Enem, no mesmo modelo dissertativo - como já ocorria nas edições anteriores.

Quando será aplicado o novo Enem?
A prova está prevista para os dias 3 e 4 de outubro. A divulgação das notas nas questões de múltipla escolha ocorrerá em 4 de dezembro. O resultado final, incluindo a redação, sai no dia 8 de janeiro de 2010, diz o MEC.

O conteúdo cobrado vai mudar?
A prova continuará a avaliar habilidades e competências. O ministro Fernando Haddad já afirmou que o conteúdo cobrado deverá se aproximar um pouco do que é exigido nos vestibulares. O Enem passará, então, a exigir mais conteúdo do que nas edições anteriores.

Quais serão as matérias avaliadas?
Serão avaliadas quatro áreas do saber: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. Cada uma das áreas deverá ter cerca de 50 testes.

Como devo me preparar para o novo Enem?
Segundo o MEC, quem está se preparando para o Enem antigo e para os vestibulares não terá problemas na resolução da nova prova.

Vai ser preciso saber fórmulas de física e química?
De acordo com o MEC, a intenção é diminuir e até mesmo acabar com a "decoreba". As questões deverão fornecer as fórmulas necessárias. Isso não significa que a pergunta vai ficar mais fácil! Será necessário ter bom conhecimento das disciplinas e saber, de verdade, utilizar as fórmulas.

Será preciso estudar datas históricas?
Pela proposta, a ideia não é cobrar conhecimento enciclopédico. Ou seja, os testes não deverão conter pegadinhas sobre anos ou dias de determinados fatos históricos. O que será cobrado do candidato é o conhecimento aprofundado da história, da relação entre os fatos e as implicações do conhecimento do passado no presente.

A prova terá atualidades?
Os vestibulares tradicionais e o próprio Enem antigo costumam cobrar atualidades de maneira contextualizada. Ou seja, as atualidades servem como "gancho" para formular um teste ou para o tema da dissertação. Sempre é bom estar informado, para ter facilidade ao elaborar relações entre conteúdos e construir argumentos em um texto.

O exame terá questões de inglês?
Em 2009, a prova não terá perguntas de língua estrangeira. Para 2010 são previstas perguntas de inglês e espanhol. O MEC ainda não definiu se o candidato poderá fazer a escolha entre um ou outro idioma.

Como as faculdades vão utilizar o novo Enem?
O MEC definiu quatro formas de utilização do novo Enem na seleção de estudantes. São elas:
1- usar o Enem como prova única para a seleção de ingresso;
2- substituir apenas a primeira fase do vestibular pelo Enem;
3- combinar a nota do Enem com a nota do vestibular tradicional. Nesta modalidade, a universidade fica livre para decidir um percentual do Enem que será utilizado na média definitiva;
4- usar o Enem como fase única apenas para as vagas ociosas da universidade.

Terei de escrever de acordo com as novas regras ortográficas?
Não. Segundo o decreto que regulamenta o acordo ortográfico, é possível escrever de acordo com a norma antiga até 2012. Os examinadores terão de aceitar as duas grafias.

Posso me candidatar a quantas faculdades com o novo Enem?
Será permitido que o vestibulando escolha até cinco opções de cursos em instituições de todo o país que aderirem à prova. É permitido escolher diferentes cursos em instituições distintas.

Universidades particulares e estaduais poderão adotar o novo Enem?
Sim. A adoção é aberta para as instituições que tiverem interesse. USP (Universidade de São Paulo) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) já informaram que não vão trocar seus vestibulares pelo novo Enem de 2009.

Como será a inscrição para os vestibulares?
O MEC vai criar um sistema na internet para a realização das inscrições. Será um sistema semelhante ao que já é usado no Prouni (Programa Universidade para Todos), que concede bolsas de estudo em universidades particulares. O processo todo será realizado pela internet.


Como sei se minha nota no Enem 2009 é suficiente para conquistar uma vaga?
O MEC informa que a nota mínima para ingresso em cada curso será atualizada diariamente, em tempo real. Assim, o candidato poderá saber se tem pontos suficientes para conquistar a vaga. Se não tiver, poderá modificar sua escolha quantas vezes desejar, até que termine o prazo de opção.

Como o ensino médio muda, depois do novo Enem?
É no ensino médio que os interessados em fazer uma faculdade se preparam. Se o processo seletivo de ingresso nas universidades mudar, as escolas terão de ensinar os estudantes. Assim, por conta de uma mudança na avaliação, o MEC pretende que ocorram mudanças no sistema de ensino.

Se o Enem quer pautar o ensino médio, quem já fez colegial terá mais dificuldade para fazer a prova?
Como a prova não exigirá domínio de conteúdos de memorização, mesmo quem já se formou poderá ter um bom desempenho. Mas a avaliação vai exigir capacidade de relacionar fatos, de aplicar conhecimentos das disciplinas e habilidades de interpretação de texto, gráficos e problemas.


Espero q este texto possa esclarecer algumas duvidas de voces e boa prova!

 

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publicado por professorwanderby às 01:32
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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

Premio Nobel: como surgiu...

 

A evolução da Química Orgânica trouxe o nascimento de muitas indústrias importantes. Um exemplo é a indústria de explosivos. Considera-se como explosiva toda substância capaz de se decompor rapidamente, com expansão súbita de gases e grande liberação de energia. Do ponto de vista químico, é interessante notar que a grande maioria dos explosivos modernos são substâncias orgânicas que contém o elemento nitrogênio.

 

No século IX, os chineses inventaram a pólvora, que é uma mistura de aproximadamente 65% de salitre (NaNO3), 20% de carvão e 15% de enxofre, em massa. Inicialmente, eles a usavam apenas para produzir fogos de artifício.

Foi provavelmente o alemão Berthold Schawtz (1310 - 1384) quem inventou o canhão, trazendo a pólvora para as operações bélicas.

Apesar de várias melhorias, como a substituição da pólvora pulverulenta (um pó muito fino) pela pólvora granulada em 1425, pode-se dizer que a pólvora foi o único explosivo eficiente de que a Humanidade dispôs durante vários séculos.

Em 1838 começa a era moderna dos explosivos, quando o químico francês Théophile Jules Pelouse (1807-1867) conseguiu preparar a nitrocelulose. Em 1846, o químico alemão Christian Shönbein verificou que a celulose nitrada é altamente explosiva. A celulose é um polímero natural, cuja estrutura é a repetição da unidade C6H10O5; em cada uma dessas unidades existem três hidroxilas que podem ser esterificadas. O ácido nítrico pode esterificar uma, duas ou três das hidroxilas, produzindo vários tipos de nitrocelulose, cujo caráter inflamável e explosivo aumenta com o teor de nitrogênio na molécula.

Em 1847, o químico italiano Ascanio Sobrero (1812-1888) preparou a nitroglicerina, a partir da glicerina, que é um subproduto abundante da fabricação do sabão. Ele verificou então que a nitroglicerina é um líquido que explode com extrema facilidade por aquecimento ou por um simples choque mecânico. A aplicação desse explosivo retardou-se por vários anos devido a explosões violentas com mortes e ferimentos de pessoas que tentavam fabricar, estocar e utilizar a nitroglicerina.

Finalmente, em 1867, o químico sueco Alfred Bernhard Nobel conseguiu uma forma segura de usar a nitroglicerina ao inventar a dinamite, que é uma mistura de 75% de nitroglicerina e 25% de terra diatomácea (terra diatomácea, terra infusória ou kieselguhr é um pó proveniente de algas unicelulares que são providas de paredes silicosas). Na ocasião, Nobel inventou também a espoleta de fulminato de mercúrio, Hg(ONC)2, para provocar a explosão da dinamite. Com essas inovações, a produção de nitroglicerina passou de 11 toneladas no ano de 1867 para 1350 toneladas em 1872.

Alfred Bernhard Nobel nasceu em Estocolmo (Suécia) em 1833 e faleceu em San Remo (Itália) em 1896. Seu pai era engenheiro, inventor e se dedicava à fabricação de explosivos. Como conseqüência de várias explosões, o pai de Nobel perdeu alguns auxiliares, seu próprio filho mais novo e sua fortuna. Perseguido em seu país, fugiu para a Rússia com a família. Lá reconquistou a fortuna produzindo explosivos para a guerra da Criméia e explorando petróleo no Cáucaso. Com isso, o filho de Alfred Nobel conseguiu estudar na Rússia e depois nos Estados Unidos e França, especializando-se em explosivos.

Após a invenção da dinamite em 1867, Nobel inventou em 1875 a dinamite gelatinosa ou gelatina explosiva, que é uma mistura de nitroglicerina, nitrocelulose, solventes e geléia de petróleo. Na época o consumo de explosivos aumentou muito devido à crescente construção de túneis, ferrovias, etc. Com suas fábricas de explosivos, com os rendimentos de suas patentes e com a exploração de petróleo na Rússia, Nobel acumulou enorme fortuna. No final da vida, entristecido com o crescente uso bélico dos explosivos que havia criado, deixou toda sua fortuna, em testamento, para a Fundação Nobel, instituindo através dela o Prêmio Nobel. Esse prêmio é concedido anualmente, desde 1901, às pessoas que "trouxerem o maior benefício à Humanidade nos campos da Física, Química, Medicina, Literatura e da Paz Mundial" (a partir de 1969 foi acrescido o prêmio Nobel de Economia).

No final da vida, sofrendo de angina e com vários ataques cardíacos, Nobel foi medicado (ironia do destino) com nitroglicerina, que até hoje é usada como vasodilatador coronário.

 

 

No início do século XX, principalmente em função da Primeira Guerra Mundial, foram inventados novos e mais poderosos explosivos, como o TNT, o tretil e o RDX:


 

Infelizmente os explosivos são usados com todos os tipos de armas civis e militares. O uso pacífico, porém, é muito extenso: em pedreiras, na abertura de canais, na construção de rodovias e ferrovias, no aprofundamento de portos e na prospecção sísmica, etc.

Na pirotecnia, há os fogos de artifício e os fogos de sinalização, empregados em buscas marítimas ou terrestres. Na produção desses fogos sempre se utilizam misturas de oxidantes (nitratos, cloratos, percloratos, peróxidos, etc.); combustíveis (redutores) orgânicos ou inorgânicos, como sulfetos, hidrocarbonetos, carboidratos, etc.; e substâncias que produzem cores variadas, como compostos de cobre (azul), estrôncio (vermelho), etc.

No Brasil, a maior quantidade de explosivos é produzida pelo Exército. A fabricação ou importação de explosivos por particulares é permitida somente com a autorização do Ministério do Exército.

 

 

 


publicado por professorwanderby às 02:53
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Domingo, 10 de Maio de 2009

A História da Química

 

A química é a ciência que estuda as transformações da matéria, que acontecem através das reações, mediante as quais uma substância se transforma em outra de propriedades muito diferentes daquelas iniciais. Más, quando foi que o homem voltou sua atenção pela primeira vez para tais transformações químicas? Inúmeras são as mudanças que ocorrem freqüentemente à nossa volta, muitas das quais são hoje chamadas de “transformações químicas”. O homem vem percebendo estas transformações através dos tempos, mas, até poucos séculos atrás, este não compreendia suas causas.

A história da química se confunde muitas vezes com a história da própria humanidade. Não é possível refletir algo sobre o surgimento da Química sem fazer um passeio pela história da construção do conhecimento, seja na filosofia, nas artes, nas religiões, na alquimia, na magia ou em qualquer que seja a área do conhecimento.

Felizmente a Ciência, como a natureza à qual pertence, não é limitada pelo tempo ou pelo espaço. Ela pertence ao mundo, e não a um pais ou época. Quanto mais sabemos, mais percebemos nossa ignorância e quanto mais ainda temos por descobrir. Portanto o sentimento do herói macedônio (Alexandre, o Grande) nunca pode ser aplicado, pois haverá sempre novos mundos a serem conquistados”

Sir Humphry Davy,30-11-1825, in Partington, J. R. A Short History of Chemestry,Nova York: Dover publications, 1989.

 

O INICIO DE TUDO...

A Terra surgiu a milhões de anos e desde o inicio das combinações entre os átomos e moléculas e o surgimento do homem, muito se passou. Este, no inicio, era provavelmente um ser irracional que com o passar dos tempos foi adquirindo uma conciência, a princípio, rudimentar.
No final do período Paleolítico, temos o marco inicial na história das descobertas, o domínio e o uso do fogo, marco este que teve uma enorme importância para as descobertas posteriores.

Deve ter sido muito surpreendente notar que sob a ação do fogo madeiras sólidas se transformavam em cinzas quebradiças, as rochas do solo chegavam a fundir e tomavam aparência de vidro ao resfriar rapidamente, a luz iluminava as escuras cavernas onde habitavam e avisava sobre animais que se aproximavam com intuito de atacá-lo e também, assim foi possível afugentar feras que disputavam o espaço com ele. O calor também permitiu que o homem pudesse cuidar melhor de sua prole e assegurar o seu crescimento. Graças a ele, o homem pode habitar em lugares úmidos e frios. Com o fogo a alimentação também mudou, as carne, antes cruas agora eram churasqueadas em um braseiro, tigelas e artefatos de barro, sob a ação do fogo, tinham sua superfície vitrificada e tornavam-se mais resistentes, não desmanchando tão facilmente quanto a argila crua. Todas essas melhorias decorreram das transformações químicas, isto é, das alterações da estrutura da matéria provocada pelo calor do fogo.

 

O homeM progride – O domínio dos metais 

Por volta do quarto milênio a.C. tem inicio uma grande feito na história da humanidade, a invenção da escrita, na Sumeria. Os sumérios precederam os assírios e os babilônios na região da mesopotâmia, que corresponde ao atual Iraque e seus vizinhos. Um outro feito de igual importância que caracterizaria este século foi, sem duvida alguma a invenção da roda.

Curiosamente, a metalurgia antecede por cerca de 2 milênios, iniciando-se no sexto milênio a.C. O primeiro metal utilizado foi o ouro nativo, isto é, aquele encontrado quase puro, na forma de pepitas. O cobre, assim como o ouro, era extraído em pedaços na superfície do solo e trabalhado pelo método mais primitivo, o martelamento, que lhes dava forma desejada e endurecida. Ocasionalmente também, podia ser encontrado ferro meteorítico. O preparo de ligas metálicas, como o bronze, quando se buscavam composições diferentes para o estanho e o cobre que conferissem à nova mistura propriedades que nenhum dos dois metais puros possuía, foi uma das mais sofisticadas descobertas do homem quando começou a utilizar os metais.

Entre 2000 e 1000 a.C. prepararam-se bronzes com alto teor de estanho. Essas ligas tinham a propriedade de refletir intensamente a luz, e assim, começaram a produzir os primeiros espelhos. Nas fundições foi introduzido o fole, que possibilitava soprar maior quantidade de ar, fornecendo, portanto, mais oxigênio ao carvão, o que aumentava a temperatura da queima e fazia crescer a eficiência de produção de metais. Nessa época, aprendeu-se a controlar o conteúdo de carbono no ferro. Com isso, nasceu o aço, um ferro que contem ate 1,7% de carbono, que pode ser moldado a quente e é muito duro a frio.

Neste período não existia a preocupação em se explicar porque tais fenômenos e transformações ocorriam. Todos os conhecimentos acumulados e que resultaram nas inúmeras contribuições legadas a humanidade, decorreram do empirismo e tinham um fim pratico e utilitário. Essas várias experiências práticas foram transmitidas de geração em geração.

 

Contribuição dos gregos

Nenhum povo na antiguidade influenciou tão decisivamente nossa civilização como os gregos. Eles reúnem características que os distinguem dos demais povos da antiguidade. O desenvolvimento da ciência e da cultura grega se deve a uma grande curiosidade intelectual, que os levou a absorver conhecimento e técnicas de outras culturas. Assim também, como uma tendência à reflexão e a afeiçoamento à argumentação e à dialética, que os impelia a contrastar as idéias de cada um com as idéias dos demais. Eles defendiam a idéia de que tudo era formado por “ar, água, terra e fogo”, os quais, se substituirmos por “gás, líquido, sólido e energia”, encontraremos a definição do universo segundo os gregos. Idéias essas, defendidas por filósofos como Aristóteles, Sócrates e Platão. As teorias elaboradas pelos filósofos gregos influenciaram as concepções científicas posteriormente adotadas. No século V a.C. a teoria atomística foi desenvolvida por Leucipo de Mileto e seu discípulo Demócrito de Abdera que conciliou as constantes mudanças postuladas por Heráclito com a unidade e imutabilidade do ser, propostas por Parmênides. Demócrito postulava que a realidade se compõe de partículas indivisíveis ou "átomos" de natureza idêntica e do vácuo ou não-ente e que estes existem desde a eternidade em mútua interação dando origem ao movimento. Segundo Demócrito, os átomos por si só apresentam as propriedades de tamanho, forma, impenetrabilidade e movimento, dando lugar, por meio de choques entre si, a corpos visíveis. Além disso, ao contrário dos corpos macroscópicos, os átomos não podem interpenetrar-se nem dividir-se, sendo as mudanças observadas em certos fenômenos químicos e físicos atribuídas pelos atomistas gregos a associações e dissociações de átomos. Nesse sentido, o sabor salgado dos alimentos era explicado pela disposição irregular de átomos grandes e pontiagudos.          

Apesar dos filósofos gregos terem sido os primeiros a explicar, racionalmente, a composição da materia e sua transformação, deixando de lado as justificativas baseadas em mitos e magias, pouco se preocuparam em propor explicações fundamentadas experimentalmente. Nesse periodo o trabalho mental tinha muito mais prestígio do que o trabalho manual, que era reservado aos escravos. 

A alquimia

A alquimia se desenvolveu a partir do conhecimento prático existente e, fortemente influenciada por idéias místicas, procurou explicar, de forma racional, como acontecem as transformações da matéria. Os alquimistas ficaram famosos pela busca da pedra filosofal e do elixir da longa vida. Essas substâncias conseguiriam transformações notáveis, como a transformação dos metais em ouro e a imortalidade. Apesar desses sonhos inatingiveis, os alquimistas foram muito mais importantes do que se imaginava ou do que se fantasia. Graças às suas descobertas, muitas substâncias passaram a ser conhecidas e procedimentos químicos artesanais foram aperfeicoados. Além disso, eles contribuiram na confecção de remédios, na aprimoração de técnicas de purificação, como a destilação e a sublimação e a descoberta de substâncias, como o ácido acético, obtido do vinagre, e do ácido clorádrico, produzido pela reação do ácido sulfúrico com o cloreto de sódio. Os alquimistas retomaram uma discursão que havia sido iniciada por filosofos gregos por volta de 500 a.C. Trata-se da concepção de princípios fundamentais comuns às diversas substancias. A teoria dos “quatro elementos”, associadas as idéias de “seco, quente, frio e úmido”.

 

ciência Química

A do século XVII surgiram cientistas que desencadearam decididamente o progresso da química. Foi o caso do irlandes Robert Boyle(1627-1691), um dos primeiros a acreditar na constituição atômica da matéria, descrevendo um elemento químico como: “uma substancia singela e pura que não pode ser transformada em outra mais simples por meio de choque físico violento ou pela transformção química mais profunda”. Estudou também o comportamento dos gases e estabeleceu a chamada “lei de Boyle” que fala da relação entre pressão e volume dos gases. Outros cientistas famosos deste século foram Isaac Newton (1643-1727) consagrado entre outras coisas pela “lei da gravitação universal”, em física, e pelo “Binômio de Newton”, em matemática, e o sábio italiano, discípulo de Galileu, Evangelista Torricelli ( 1608-1647) que, em seus trabalhos sobre pressão atmosférica, elaborou a hoje conhecida, “experiência de Torricelli”.
Ao longo do século XVIII, a experimentação química sofreu grandes desenvolvimentos. Entre os feitos deste século destacam-se a isolação de elementos gasoso, como nitrogênio, oxigênio e hidrogênio, a obtenção de açúcar da beterraba e a descoberta de elementos químicos, como platina, niquel, zinco, cobalto e manganês. Mais, sem dúvida alguma, o químico mais importante do século XVIII foi Antoine Laurent Lavoisier(1743-1794) “o pai da Química”. Considerado o primeiro pesquisador da Química Moderna, já aos 25 anos de idade era membro da Academia das Artes e Ciências de Paris. Inicialmente, poucos cientistas apoiaram suas idéias. Porém, nao tardou para que ele se consagrasse como um dos mais famosos cientistas, principalmente por dois fatos importantes; ele descobriu que a água é formada por dois elementos e provou que a massa total num sistema fechado é sempre a mesma, qualquer que seja o fenômeno que nele se verifique, o “principio de conservação da massa”.  O trabalho de Lavoisier, que teve na química uma dimensao revolucionária, sepultou definitivamente, a ultrapassada teoria Aristotélica dos quatro elementos.

No século XIX a Teoria Atômica foi retornada por John Dalton, e ao longo de todo este século, o progresso da Química se da de forma vertiginosa. Hoje ela se fundamenta na experiência e na observação da matéria, tentando descreve-la, utilizando-se da construção de modelos para explicar os inúmeros fatos experimentais. A química constitui-se de uma ciência extremamente vasta que se ocupa das propriedades, constituição e transformações das numerosas espécies de matéria, naturais ou artificiais, que compoem o universo.

BIBLIOGRAFIA

 

OKI, M. C. M. Um pouco sobre a história da Química. (texto elaborado para disciplina História da Química).

CHASSOT, A. I. Alquimiando a Química. Química Nova na Escola, N. 1, 1995, P.20-22.

CHASSOT, A. I. A Ciência Através dos Tempos, 2 ed. Reformulada, 16 impressão,  São Paulo: Moderna, 2004.

VANIN, J. A. Alquimistas e Químicos: o passado, o presente e o futuro. 2 ed. Reformulada, 18 impressão, São Paulo: Moderna, 2005.   

SARDELLA, A. e MATHEUS, E. Dicionario Escolar de Quimica. 3 ed. São Paulo: Ática, 1992.

 

NA INTERNET

www.sbq.org.br/qnesc 


publicado por professorwanderby às 14:58
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Agua Dura... Nao Faz Espuma!

  São vários os fatores levados em conta na determinação da qualidade da água para um determinado uso. Um fator muito importante é a sua ‘dureza’.

    A dureza da água é definida em termos da concentração dos cátions cálcio e magnésio, normalmente acompanhados pelos ânions carbonato, bicarbonato, cloreto e ou sulfato. Dependendo da concentração desses cátions, as águas são classificadas como duras (teores acima de 150 mg/L), moles (teores abaixo de 75 mg/L) ou moderadas (entre 75 e 150 mg/L).

  A presença de cálcio e magnésio na água normalmente provém da dissolução de rochas calcárias.  Encontradas em algumas regiões brasileiras, essas águas são fontes de cálcio para os dentes e o esqueleto. Estudiosos afirmam que elas são indicadas na prevenção de doenças cardíacas, por reduzirem a pressão arterial e diminuirem a adsorção de gorduras, entre outras vantagens terapêuticas. Na indústria, o controle da dureza da água é de fundamental importância

quando esta é utilizada em caldeiras, já que os referidos sais podem acumular-se no interior das tubulações, levando a obstruções e conseqüentes prejuízos. 

 Certamente muitas pessoas já observaram que, em determinadas situações, não conseguem fazer espuma de forma alguma, ao tentarem lavar as mãos. Será que o problema é com o sabão ou será com a água?

   Os sabões são constituídos de sais orgânicos cujas moléculas possuem uma parte apolar e outra parte polar. Os sabões e os detergentes formam um grupo de substâncias denominado agentes tensoativos (reduzem a tensão superficial da água) e, por isso, atuam na limpeza de objetos e superfícies.

   Uma forma simples de observar o efeito da tensão superficial é colocar suavemente um clipe sobre a superfície da água em um copo. Mesmo sendo mais denso que a água o clipe flutua, devido à tensão superficial do líquido. Ao pingarmos uma ou duas gotas de detergente sobre o líquido, a tensão superficial diminuirá, provocando a precipitação do clipe.

   Por que será, então, que o sabão não faz espuma em certas situações?  Acontece que os cátions cálcio e/ou magnésio reagem com o sal orgânico formando compostos pouco solúveis, diminuindo sua concentração e seu poder de espumar.

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publicado por professorwanderby às 02:45
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